Student Council 2025: Be the Change consolida-se como espaço de escuta, liderança e pertencimento, marcando a trajetória de alunos e fortalecendo a cultura escolar
Conselho Estudantil transforma a vivência na Escola do Futuro Brasil
Student Council 2025: Be the Change consolida-se como espaço de escuta, liderança e pertencimento, marcando a trajetória de alunos e fortalecendo a cultura escolar
Na Escola do Futuro Brasil, o Conselho Estudantil — conhecido como STUCO — deixou de ser apenas uma instância representativa para se tornar um espaço real de construção coletiva, escuta ativa e formação humana. Em um período em que adolescentes lidam com altos níveis de estresse, ansiedade e pressões emocionais, o STUCO 2025: Be the Change ganhou relevância ao oferecer protagonismo, pertencimento e diálogo genuíno. Mais do que um grupo organizado por alunos, o conselho passou a funcionar como um elo essencial entre estudantes, coordenação e equipes da escola, impactando diretamente o cotidiano escolar.
Essa transformação é refletida nas trajetórias de seus representantes. À frente do conselho em 2025, a presidente Mel Mota Martins e o vice-presidente Arthur Alexandre Nunes Alves vivenciaram o STUCO como um espaço de crescimento pessoal, aprendizado prático e construção de vínculos que extrapolam o Ensino Médio.
Uma ponte viva entre alunos, coordenação e decisões do dia a dia
Para Mel Mota Martins, o STUCO sempre foi mais do que um órgão formal. “Por definição, ele representa a voz de todos os alunos, mas para mim é muito mais que isso. O STUCO é essencialmente a ponte entre os bastidores da escola — os adultos, a administração, os staffs — e os alunos”, explica. Segundo ela, mesmo convivendo diariamente, esses dois mundos nem sempre conseguem expressar claramente suas necessidades e percepções. O conselho surge justamente para aproximar essas realidades, promovendo diálogo e melhorias concretas no ambiente escolar.
Arthur Alexandre Nunes Alves compartilha dessa visão. “O STUCO é o grêmio estudantil da escola, um espaço feito por alunos e para alunos. Para mim, ele sempre funcionou como uma ponte entre os estudantes e a coordenação, onde a gente pode levar ideias, ouvir demandas e realmente participar das decisões que impactam a vida escolar”, afirma. Essa participação ativa fortalece o senso de pertencimento e mostra aos alunos que suas vozes têm peso real, algo fundamental em uma fase marcada por inseguranças e busca por identidade.
Quando o Conselho Estudantil se confunde com a própria história escolar
A trajetória de Mel no STUCO acompanha todo o seu Ensino Médio. “O STUCO foi o meu ensino médio inteiro, foi o meu bebê”, relembra. Ao longo de quatro anos, ela viu o conselho evoluir de forma significativa, tanto em estrutura quanto em impacto. O momento de despedida, segundo ela, é difícil, mas carregado de orgulho. “É inacreditável o quanto o STUCO evoluiu de quatro anos para cá. É um orgulho imenso ver onde a gente conseguiu chegar.”
Arthur, que ingressou no STUCO em 2025 como vice-presidente, também destaca o quanto a experiência foi marcante desde o início. “Aprendi muito mais do que imaginava. Tive contato com diferentes tipos de projetos, desde ações com crianças até iniciativas desenvolvidas diretamente com a coordenação, o que me ajudou a entender melhor como a escola funciona como um todo”, conta. Essa vivência ampliada permite que os alunos enxerguem a escola para além da sala de aula, compreendendo processos, responsabilidades e decisões que moldam o dia a dia institucional.
Um espaço onde talentos diversos encontram lugar e reconhecimento
Nem todo aluno consegue se destacar apenas pelo desempenho acadêmico. O STUCO se consolidou como um espaço onde habilidades como liderança, criatividade e iniciativa ganham visibilidade. “O conselho é uma chance para alunos que têm esse perfil se destacarem em outros lugares. Nem sempre isso acontece na sala de aula, e o STUCO permite que esses alunos alcancem o seu máximo”, afirma Mel, destacando que essa foi também a sua experiência pessoal.
Arthur complementa essa visão ao lembrar dos projetos que mais marcaram sua atuação. “Uma das partes mais legais foi poder organizar eventos que realmente aproximaram os alunos, como as STUCO Nights, que eram noites de esportes planejadas por nós, e os proms, que exigiram muita organização, responsabilidade e trabalho em equipe.” Esses eventos fortaleceram conexões, criaram memórias afetivas e reforçaram o sentimento de comunidade dentro da escola, algo essencial para o bem-estar emocional dos estudantes.
Liderança compartilhada, vínculos reais e aprendizados para a vida
O STUCO da Escola do Futuro Brasil não é construído de forma individual. Em 2025, seis alunos do Ensino Médio compartilharam decisões, responsabilidades e desafios, criando uma verdadeira irmandade. “Você constrói vínculos com coordenadores, funcionários e com o próprio grupo. Eu não conseguiria fazer nada sem o meu vice, sem o coordenador, sem o apoio do marketing”, destaca Mel. Essas relações de confiança cultivam um ambiente mais humano e colaborativo.
Para Arthur, os aprendizados vão muito além da escola. “Participar do STUCO me ensinou a me comunicar melhor, a assumir responsabilidades e a trabalhar com pessoas diferentes, sempre pensando no coletivo. Foi uma experiência que contribuiu muito para o meu crescimento pessoal e me ajudou a evoluir não só como aluno, mas como pessoa.” Em um cenário social marcado por desafios emocionais e cobranças constantes, o STUCO 2025: Be the Change mostra que dar voz aos estudantes é um caminho concreto para formar jovens mais conscientes, preparados e conectados com o mundo ao seu redor.





