Traços de Caráter – Junho

Num mundo tão tumultuado, pessoas pacíficas são fundamentais!

A paz no mundo deve ser construída na atitude de cada um, pois é no individual que começa a paz coletiva.

Ao conferirmos os noticiários na internet, televisão, jornais ou revistas, ficamos impressionados com a quantidade de notícias que falam de guerras, conflitos, disputas, abusos, catástrofes, vícios e violências. O mundo anda realmente muito tumultuado e a humanidade está muito carente de placidez. Mas, se desejamos mudar o mundo, essa mudança deve começar dentro de cada um de nós! Se almejamos um mundo mais pacifico, essa paz deve ser construída na atitude de cada um, pois é no individual que começa a paz coletiva!

Mas, num mundo onde a ansiedade impera, como ser pacifista?

Segundo uma pesquisa divulgada recentemente, 62,6% das pessoas sentem alto nível de ansiedade. Isso se reflete num estado de inquietude e angústia que rouba a tranquilidade e paz de espírito. A ansiedade drena a energia das pessoas, que deixam de ser pacíficas e não vivem o momento presente, estando mais focadas no futuro, do qual não possuem nenhum controle.

É muito desafiador lutar contra esse sentimento de estresse, pressa e insegurança, já que vivemos numa sociedade onde a afobação e a urgência imperam. Mas, ainda que passemos por momentos de ansiedade e ausência de paz, não precisamos ser dominados por isso.  Ter uma atitude e um olhar pacifico para a vida é um exercício, que deve ser buscado no dia a dia e é fundamental para combater o comportamento ansioso e adquirir uma perspectiva mais otimista e tranquila diante da vida!

Saindo da Zona de Conforto

Já nascemos com características e personalidade próprias, mas temos a capacidade de nos desenvolver e adquirir inteligência emocional, nos aperfeiçoando em características e competências importantes para o relacionamento social e até mesmo para a nossa saúde mental. Quando saímos da zona de conforto, onde a ausência de paz, a aceleração e agitação parecem uma constante, e nos posicionamos com o desejo de encontrar a paz e ser um pacificador, alcançamos um estilo de vida muito mais saudável.
Mas, para mudarmos precisamos vencer a Síndrome de Gabriela: “Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim”.  Esse trecho da música escrita por Dorival Caymmi e cantado por Gal Costa, foi um grande sucesso na TV, com a novela Gabriela, que é adaptação da obra de Jorge Amado. O enredo mostra uma mulher que não conseguia se adaptar aos costumes da época e se recusou a moldar seu jeito espontâneo e um pouco rude para se enquadrar na cidade em que vivia.

Não é porque nascemos de uma maneira, que não podemos mudar. Para evoluirmos como pessoas, não podemos agir com comportamento obstinado, sem se abrir para uma transformação, pois isso dificulta a adaptação a situações divergentes.  Quem não aceita mudança de padrões e comportamentos, acaba ficando na zona de conforto, perdendo diversas oportunidades e desgastando relacionamentos. Portanto, se não estamos encontrando a paz e é ela que queremos, então devemos exercitar a pacificação em nossas atitudes, não se conformando com o estresse, a inquietude, a pressa, a raiva, o ressentimento, a ira, a grosseria e a insegurança!

O que é ser pacifico?   

Independente do barulho que esteja à nossa volta, podemos sim encontrar o silêncio do lugar da pacificação interna, que nos leve a pensar antes de agir e assim transmitir paz para todos que estão em volta.  Pessoas assim apreciam a harmonia e escolhem edificar relacionamentos tranquilos com os outros ao seu redor, são generosas, cooperativas, calmas e ainda tem a capacidade de se adaptar a qualquer situação. Elas seguem em seu próprio ritmo e mesmo em meio a problemas, agem com serenidade e controle próprio. Normalmente, possuem facilidade em entender os sentimentos dos outros e são consideradas boas ouvintes. Na constante busca pela paz e entendimento, o pacifista não gosta de entrar em disputa e prefere não discutir, buscando sempre a conversa e o acordo.

Ao lermos a Bíblia, em Gálatas 5 veremos que somos chamados a liberdade e se quisermos podemos sim colher do “fruto do Espírito, que é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança” (vs.22). E, todas essas qualidades descritas no texto, só são possíveis de serem vividas se exercermos a pacificação. Pois a paz fortalece os relacionamentos de amor, traz alegria, nos faz sermos afetuosos, generosos, bons, mansos, moderados e ainda nos leva a creditar no futuro. Em João 16:33, Jesus nos alerta que a vida nem sempre será fácil, mas se crermos em Deus, venceremos: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”.
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